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15 abril, 2016

És Mesmo Totó

Sou boa pessoa. A sério, sou boa pessoa. 
Acredito, de coração que as outras pessoas também são boas (eu sei...)
Até descobrir que não!
Custa-me a acreditar que alguém faz maldades e provoca mal a outros intencionalmente... 
Não é que seja ingénua, sei o que são as pessoas, e já me fizeram mal o suficiente para saber que existem pessoas más, invejosas, de mau carácter e capazes de muito para conseguirem o que querem, mas como seria incapaz de ter esses tipos de pensamentos ou ter essas atitudes, custa-me aceitar que alguém me prejudique porque sim, seja mau porque sim.
Pensei muito sobre isto, e tentei perceber como, não sendo ingénua, continuo a acreditar que as pessoas são intrinsecamente boas...
 E chego à conclusão que não sou ingénua mas sim totó. 
Uma totó à séria, daqueles que quase prefere não ver a realidade para não ser mudada por ela.
As minhas amigas já me disseram que é verdade. Que na verdade não sabem como não aprendi já, com tudo o que já passei, e como consigo agarrar-me a esta ideia que as pessoas são boas.
As outras pessoas, as que me desiludiram, "atraiçoaram" ou simplesmente mostraram mau íntimo, passaram pela minha vida como uma tempestade: fizeram mossa mas não mudaram aquilo de que eu tenho mais orgulho,quem eu sou.
A  verdade é que as poucas que eu tenho a honra de ter como amigas são também aquelas que o meu instinto nunca pôs em causa, quem eu sempre soube serem boas pessoas, leais, verdadeiras e verdadeiras amigas.

06 dezembro, 2015

A Dificuldade! A Dificuldade Que é Comprar Uma Prenda Para o Homem!

1. You think he wants: a tie
For some reason, guys are supposed to get excited about a piece of intricately tied cloth that hangs unnecessarily from their necks. Unless this tie features the keys of a piano (in which case, it's awesome) don't waste your money.
He really wants: bondage stuff
You don't need to spend money on fancy schmancy stuff to give your man a thrill. Take a tie that's already in his closet and let him strap you to the bed tonight. Or, the other way around if that's what floats his boat.

2. You think he wants: tools
Everyone knows you're not a real man unless you are in possession of a toolbox filled with all manner of wrenches, pliers and screwdrivers that you'll never use.
He really wants: a handyman
Let's face it: He doesn't know the difference between a Philips and a flathead—and that's OK. Secretly hire a handyman so he doesn't have to pretend to know how to fix shit. He'll be thankful and so will you.

3. You think he wants: shaving stuff
Apparently, having a disposable razor and a can of Barbasol is no longer enough. Since when are men expected to spend more time grooming the hair on their faces than we girls spend on our lady parts?
He really wants: a no-shave day
Give your guy permission to opt out of the moustache grooming/Amish beard-growing trend.

4. You think he wants: ride-on lawnmower
A ride-on lawnmower screams, "I'm lazy as fuck but I care about my grass." Owning this piece of machinery will not increase your guy's manliness. It will just make him fatter with a farmer's tan.
He really wants: for you to tell your girlfriends he has a huge penis
It's a gift that costs nothing and will give him a huge ego boost. If you're feeling really generous, tell the people that work at the dry cleaners, and the post office and the grocery store checkout, too.
I know it makes sense—he could put his book and his lunch and his balls in there.
5. You think he wants: grilling stuff
Most women do the cooking at home, but when you bring the food outdoors and add fire, suddenly it's the man's domain. But what if he doesn't get excited by a spatula and tongs?
He really wants: dinner out
Skip the charcoal and take him to a nice steakhouse that doesn't have a commercial featuring a gravy boat of Jack Daniels syrup being slowly poured over a cheap cut of meat.

6. You think he wants: fishing stuff
When was the last time your guy said, "Honey, I wish I could spend all afternoon sitting in a row boat with a cooler full of worms and PBR"?
He really wants: a party boat
Allow him to drive it, even if he doesn't know what he's doing. (And make sure to call him "Captain.")

7. You think he wants: Swiss Army knife
Since he is no longer a Boy Scout and his needs to whittle are fairly limited, leave this one at the store.
He really wants: a samurai sword
If you can get it signed by Randy Jackson, even better.

8. You think he wants: man purse
I know it makes sense—he could put his book and his lunch and his balls in there.
He really wants: plastic shopping bag
Just stop bothering him for carrying his shit in a CVS bag. If you want to be nice, double-bag it for him.

9. You think he wants: fine whiskey
He knows he's supposed to be a connoisseur of the single malt, but why make him feel bad if he thinks it all tastes like cough medicine?
He really wants: Straw-Ber-Rita
Give him permission to sip his pre-bottled margarita in peace.

10. You think he wants: a greeting card
You can go ahead and spend half an hour in Walgreens selecting the perfect sentiment— just know that your $4 card is going in the garbage as soon as you leave the room.
He really wants: a blowjob
Rumor has it that men really like these. Much more than cards.

No fim disto tudo, ele só quer que eu não gaste o meu dinheiro. 
Para depois não lhe pedir do dele.

24 novembro, 2015

Mamã, Como Nasceu a Primeira Pessoa?

E apanham-me sempre onde não consigo fugir!...
Desta vez, a dúvida veio do Puto.
Respondi o mesmo de sempre, que já lhe tinha respondido antes: que as pessoas acreditavam em várias coisas, que ou tinha sido criado por Deus ou que tinhamos evoluído dos macacos.
O que eu não esperava era a pergunta seguinte:
O que é evoluir?
Puto, o Google ajuda-te:


03 novembro, 2015

Quando a Casa Está A Arder...

E tu não consegues sair porque o teu trabalho é apagar o fogo...
... vais apagando pequenos fogos, apaziguando situações, gerindo frustações, tudo enquanto ainda continuas doente.
E nunca te esqueces que ninguém é infalível.
Nem insubstituível.

09 outubro, 2015

A Inveja

Para mim, a inveja é uma coisa boa. Na verdade, tirando os ricos e elegantes, invejo na maior parte, partes das minhas amigas. E acho que se calhar é por isso que são minhas amigas.
Invejo a beleza despreocupada, a sensualidade não reconhecida, a beleza, a inteligência, a capacidade de resolução de problemas, a capacidade do desenrascanço.
Adoro-as por aquilo que são e como me complementam. Como são tão diferentes e tão iguais a mim.
 A inveja só pode ter duas razões: o descontentamento ou a admiração, e a minha, baseia-se na admiração.
Por isso, nem toda a inveja é má ou maldosa.
Existe a inveja saudável, que nos faz querer ser melhor. Sermos pessoas melhores, não melhor so que alguém. E essa inveja é boa.
Como as minhas amigas. Boazonas.

03 setembro, 2015

Cocktails Molotovs

 
Ser mãe é ser um misto de emoções: dúvidas e convicções, culpas e responsabilidade, amor e impaciência. Junta a isto tudo as emoções de ser mulher e tens um mistura explosiva.

30 julho, 2015

Treina a Tua Mente para Ser Forte

 
Coisas que as pessoas mentalmente fortes fazem:
  1.  Avançam - Não perdem tempo com auto comiseração, a ter pena de si própria
  2.  Mantêm o Controlo - Não abdicam do seu poder
  3. Abraçam a Mudança - Gostam de desafios
  4. Mantêm-se Felizes - Não se queixam, não perdem energia ou tempo com coisas que não podem controlar
  5. São Bondosos - São justos, e não têm medo de falar. Não se preocupam com a opinião dos outros
  6. Estão dispostos a correr Riscos Calculados - Pesam sempre os prós e os contras antes de tomar qualquer decisão
  7. Investem no Presente - Não ficam a pensar no passado, agarrados ao que já passou
  8. Aceitam Total Responsabilidade pelos seus Actos - Não cometem o mesmo erro repetidamente
  9. Celebram o Sucesso Alheio - Não se ressentem com o sucesso de outras pessoas
  10. Estão Dispostos a Falhar - Não desistem se falharem.Vêm todos os erros como uma oportunidade para melhorar
  11. Gostam de Tempo Para Si - não têm medo de estar sozinhos
  12. Estão Preparados para Trabalhar e ser Reconhecido pelos seus Méritos - Não acham que o mundo lhes deve nada
  13. Têm a Capacidade de Esperar - Não esperam resultados imediatos
  14. Avaliam as suas Convicções - E modificam-nas conforme necessário
  15. Utilizam a sua Energia Mental com Sabedoria - Não perdem tempo com pensamentos pouco produtivos
  16. Pensam Produtivamente - Substituem constantemente pensamentos negativos por positivos e produtivos
  17. Toleram o Desconforto - Aceitam os seus sentimentos sem se deixarem controlar por eles
  18. Refletem no seu Progresso - Todos os dias, tiram tempo para pensar no que alcançaram e onde querem chegar
 

23 julho, 2015

Não Sei

Adam Martinakis
E, de repente, vejo-me subjugada à dor e à incerteza. Estas vagas de dor insuportável que nem as drogas, nem os cremes aliviam, deixam-me a dor ainda maior de não saber como será o meu futuro... Não quero ser daquelas pessoas que não se conseguem mexer, que não conseguem ser independentes enquanto a consciência funciona a 100%!...
Desta vez o susto é maior. Da ultima vez agarrei-me à coincidência com a menstruação, e a esperança de ser apenas uma crise, única, e afastei da minha mente o medo de um futuro de dores intensas e de não estar lá para os meus filhos na plenitude da minha idade. Desta vez, o medo instalou-se de repente e não parece querer abandonar-me. Não sei se tenho mais dificuldade em lidar com as dores ou com este medo que não tenho como controlar...

12 julho, 2015

Diz Quem?

Adele by Martin Schoeller
Quem diz que eu sou bonita no meu corpo? Quem diz que não sou?
Nestes tempos de insistência que temos que ser felizes nos nossos corpos, alguém se esqueceu que não é porque o dizem que nós temos que nos sentir assim. 

Sempre houve a mulher ideal (e o homem ideal já que falamos nisso) e a imagem dela mudou ao longo do tempo. O que falta é a noção de auto-estima e auto-respeito que os nosso pais nos passam.
Eu não sou modelo, nem atriz famosa. Não tenho um corpo perfeito, nem o dinheiro para o pagar. E também não tenho que gostar dele (só porque o Dove me diz).

Tenho ancas largas e tive sempre, tal como a minha mãe, e parece-me que a minha filha terá (já que sempre teve anquinha, desde pequena). Tenho celulite, que não vai desaparecer por mais cremes e tratamentos que faça, e não gosto disso. Tenho pernas grossas e agora uma barriga pequena mas flácida por causa da gravidez de risco e pelo facto de nunca ter feito exercício depois dos meus filhos nascerem. E não gosto do meu corpo.
Mas aceito-o.


Tenho rabo grande e umas belas mamocas e gosto assim. Vejo o lado positivo.

Tenho olheiras profundas e não gosto disso. Mas acho-me bonita com maquilhagem. A minha mãe era uma mulher muito bonita (uma Sofia Loren) e ainda é. Não sou assim mas tenho as mesmas linhas de rosto e sou extremamente parecida com ela.
O marido da Sofia Loren dizia que nunca tinha tomado o pequeno almoço com ela desmaquilhada. Eu não saio de casa desmaquilhada, exceto para a praia (e mesmo assim, um CC cream com SPF nunca fez mal a ninguém).
A ideia que as mulheres se têm que aceitar como são é um ideal como qualquer outro...
Todos somos bonitos? Não.
Mas podemos ser o melhor de nós próprios? Sim.

"To have that sense of one’s intrinsic worth which, for better or for worse, constitutes self-respect, is potentially to have everything: the ability to discriminate, to love and to remain indifferent. To lack it is to be locked within oneself, paradoxically incapable of either love or indifference. If we do not respect ourselves, we are on the one hand forced to despise those who have so few resources as to consort with us, so little perception as to remain blind to our fatal weak- nesses. On the other, we are peculiarly in thrall to everyone we see, curiously determined to live out—since our self-image is untenable—their false notions of us. We flatter ourselves by thinking this compulsion to please others an attractive trait: a gift for imaginative empathy, evidence of our willingness to give."

Parabéns às mulheres perfeitas! 
Não as há? Ah bom, então posso ser como eu quiser, se até uma super modelo tem problemas e do que se queixar...
Como dizia o meu pai, com os problemas dos outros posso eu bem!

Por mim arranjava umas pernas bem torneadas e sem celulite e uns olhos sem olheiras.
Porque o meu valor sei-o bem e não está no meu corpo. Neste corpo que não gosto mas aceito, já que tenho de viver com ele.
Então procuro o melhor para me sentir bem. Não uso calças muito justas nem saias ou calções curtos. Não uso roupa muito justa. Uso sempre (vá, quase sempre) um corrector de olheiras.
E se isso me faz sentir bem ou melhor porque é que me hei-de amar como sou? Eu não sou (só) o meu corpo! Mas isso não me faz gostar menos de mim ou achar que tenho menos valor... Só não tenho um corpo perfeito. E o que é perfeito para mim, não é perfeito para vocês, provavelmente!...

05 julho, 2015

Fake Till You Make It



Sempre disse à minha filha: faz como eu, quando achas que não consegues, finge que sim, quando estás nervosa, finge que não. Passa  o momento e depois podes deixar de acreditar mas, pelo menos, conseguiste fazer o que te propuseste.
Quando o disse pela primeira vez, e tive que explicar à Pipoca o que queria dizer com isto, é que percebi que o fazia em todas as situações que me obrigavam a sair da minha área de conforto e que sempre fiz isso, desde pequena, para ultrapassar as minhas inseguranças e não deixar perceber os meus 
medos: fingia que não tinha vergonha, que não estava nervosa, que estava à vontade, mesmo quando essa não era a minha natureza.
Isso fez de mim quem sou hoje, uma mulher confiante nas suas capacidades, mas também, analisando bem a coisa, a verdade é que continuo a fazer isso. Continuo a fingir que estou à vontade em situações que não estou ou conseguir fazer coisas que nunca faria, porque no momento, finjo que consigo. Depois stresso, agonizo e tudo o que advém de um sentimento que não é o natural. Mas é verdade que se sou a pessoa confiante que sou hoje devo-o à quantidade que vezes que finji que o era sem o ser. E fingi até que o meu cérebro acreditou nisso. E se tornou natural em mim pensar que o era. Complicado? Nada disso.
Foi engraçado que ao comentar que o fazia pela primeira vez, me disseram que tinham ouvido falar disto numa TED Talk. Por uma cientista.
E aquilo que eu pensava que era uma sobreanálise minha sobre as minhas acções, numa autorização para reconhecer em mim as minhas "falhas", afinal é algo real, algo estudado, e algo comprovado.
Continuo com as minhas dúvidas existenciais, como qualquer um, a diferença é que, agora, sei que não sou a única a fingir. De modo positivo.

26 junho, 2015

Making friends in your thirties


Nunca fui muito boa a fazer amigos . Entre o ser tímida, nariz no ar, armada em enciclopédia, sempre fiz poucos mas bons. Não sei muito bem porquê quando era criança, mas sei a pessoa que sou agora e que era na minha adolescência, e nessa altura, não era a pessoa mais acessível do mundo.
Este ar de confiança em mim própria afastava as raparigas - Convencida! Armada em boa! - e o poder de argumentação os rapazes (que também só estavam interessados nas minhas ma... curvas generosas). 
Hoje em dia continuo com poucas amigas mas boas.
Mas sinto que se tornou muito difícil fazer novas amigas. Que as pessoas são muito desconfiadas, esperam o pior das outras, e não valorizam a verdade. Não valorizam quem fala a verdade, sem floreios, sem fingimentos, quem sabe separar as relações de trabalho e as amizades, o ser colega e cordial e o ser inimiga.
Agora parece que até custa dizer que somos amigas (quando é uma nova amizade). As pessoas parecem ter medo de admitir que aquela colega passou a ser uma amiga no momento em que partilhámos uma lágrima na sua frente e partilhámos uma situação particular. 
As pessoas têm medo de ser amigas. Têm medo do que os outros acham. Têm medo que a amizade seja uma fraqueza.
Neste momento sinto que tenho mais 1 amiga. Acho que ela também sente o mesmo. Será verdade?*
(tipo diário adolescente)
Mas pelos vistos não sou só eu...

Why Is It Hard to Make Friends Over 30?


31 março, 2015

Vida de Fingimento ou Como Aprender A Ser Adulta

Passamos a vida a fingir. A fingir calma nos momentos de stress, a fingir amor nos tempos de raiva, a fingir paciência nos momentos de descontrolo.
Sou uma control freak, o que me dificulta a vida como mãe, filha, mulher. Não tenho "armas", argumentos naturais para reagir calmamente ao que me foge ao controlo.  Não consigo controlar os comportamentos, vontades e opções dos meus filhos mas finjo que sim, finjo que aceito as coisas com calma e acabo por me acalmar. Esta necessidade de controlo faz-me fingida na o meu amor. Eu não sou calma! 
Este papel de mãe obriga-me a ser diferente da minha estrutura, do meu eu.
Como se combate essa dor? Esse fingimento a que este amor desmesurado pelas minhas crias me obriga? Esta mentira é necessária, eu percebo, para criar crianças ponderadas e equilibradas, mas dá-me medo. As crianças são perspicazes e devem perceber que debaixo daquela calma está um turbilhão de emoções.
 Ou então sou boa atriz, sou boa mãe e consigo equilibrar tudo isto o tempo necessário para deixar nos meus filhos uma impressão de controlo e equilíbrio. 
Ou talvez tenha que aprender que o meu papel de mãe me mudou como pessoa, ou me deveria mudar. Seja como for, aprendi a respirar e a centrar-me, e o que me torna melhor pessoa certamente me tornará melhor mãe. Um dia...

20 março, 2015

Coisas de Mãe "Solteira"

É maior o desespero de estar em casa sozinha com um filho doente ou a angústia de estar afastada de um filho doente?

04 março, 2015

Ser Mortal em Tempo de Crise

Das maiores sensações de impotência é esta de trabalharmos num hospital e não podermos ajudar um familiar que precisa.
 Quando entro na Urgência para encontrar um familiar e encontro um outro que não estava à espera, internado ao mesmo tempo, mas que estava por ali numa outra cama, num outro corredor...
Não sou médica, nem enfermeira e não poderia ajudar fisicamente, mas esta coisa de ver as Urgências num caos, com os doentes empilhados, os médicos completamente desorientados, é desoladora. É indignificante (se é a que a palavra existe). É a crise na sua maior expressão.
O coração aperta-se só de pensar que não há nada a fazer da nossa parte, além de saber o que se passa lá dentro...
E ainda dizem que não nos tiraram a dignidade...
Neste caso, foi retirada a todos: aos doentes que não têm quaisquer condições, aos médicos que não têm condições para trabalharem... É de partir o coração...
E quando enfrentamos a mortalidade na sala de Urgência, a culpa é de quem?...

19 fevereiro, 2015

Matemática do Amor

Mother and Child - William Sergeant Kendall

Como mãe, como pessoa, a questão do bullying é-me muito sensível.
Eu fui vítima de bullying quando era miúda e não se chamava assim. Fui chamada de todos os nomes que se podem chamar a uma miúda, todo o dia, todos os dias. Mas algures entre uma base familiar forte, amigos dedicados e uma auto-confiança elevada (se calhar um pouco demais, até, para equilibrar), isso não me afetou negativamente.
Não é o caso de todas as crianças, no entanto. Muitas são levadas ao desespero e o sentirem-se sozinhas leva-as ao isolamento e tantos outros sentimentos que não conseguem combater. E tudo isto se passa debaixo do controlo de professores e pais atentos. Não se consegue evitar, porque ninguém fará nada em frente aos adultos.
Mas uma professora arranjou um método que permite "controlar" melhor estas dinâmicas. Este pai mostrou-me esta história fantástica em que a dinâmica da sala de aula é estudada através de matemática, de padrões, para descobrir a estrutura da classe e como se comportam as crianças na mesma, permitindo assim descobrir cedo situações de risco.
E se isto fosse aplicado cá, esta maneira tão simples de perceber a cabeça das crianças, eu ficaria tão mais descansada por saber que os meus filhos não iriam passar pelo mesmo que eu.

18 fevereiro, 2015

Adoro os Testes do Facebook

~
He would describe you as a Spicy Wife
You are a highly enthusiastic and spicy wife. You have a deeply romantic side and at times even a reckless side. You are not afraid to try new things and be adventurous when the opportunity arises. You love creating amazing memories with your partner, and involving them to try new experiences all the time. You're relationship is always full of excitement and enthusiasm, and for that, your partner is ever grateful.

Ahahahah!

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