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12 janeiro, 2016

Programa a Duas - Girl's Night Out - Sisters

Não sei como não partilhei aqui esta saída, mas com o facebook (onde partilhei) acabei por me esquecer.
Mais uma vez, a youzz foi porreiraça e convidou-me e a uma amiga para irmos à antestreia do filme "Sisters" com a Tina Fey e a Amy Poehler, duas gigantes da comédia, no dia 23, mesmo antes do Natal.
Tarefa complicada, mas que tinha que ser levada a cabo...
Esta dupla, para mim, equiparável aos clássicos Laurel & Hardy, têm uma simbiose de comédia que só pode dar uma comédia hilariante.
E esta é, sem dúvida, a receita de uma noite divertida.
 
Uma noite de amigas, com risota do início ao fim, só podia correr bem...
Tão bom!

24 novembro, 2015

Espanto

"O Presidente da República de República decidiu, ouvidos os partidos políticos com representação parlamentar, indicar o Dr. António Costa para primeiro-ministro"
Finalmente tomou uma decisão.

28 julho, 2015

Sobre As Famílias

Zach Wahls, 23
"I think the operative word in describing our family is not 'LGBT,' it's in 'family.' If you look at the vast majority of things that define who my moms are, or who my family is, it's really no more accurate to say that my moms are gay married than to say they are Packers-fan married, or work-in-health-care married. They're both really just about as accurate in describing who my moms are."

 Zack Jones, 23
"Everyone in my family is adopted. I had less trouble with two moms and more issues with finding myself, you know, with race and ethnicity."

Para mim, uma família é o núcleo de amor e pertença onde sentimos a nossa base.
Com tantas famílias constituídas pelas avós e mães, sem figuras paternais, fará realmente diferença se os teus pais (assexuados para ti na maior parte da tua vida) são gays? Se são duas mães ou dois pais, que diferença faz, se te amarem de todo o coração e forem empenhados na tua educação?
Serão tão ou menos disfuncionais que qualquer outra família!
O que importa é que sejam uma verdadeira família.

Mais testemunhos no Refinery29

11 julho, 2015

A "Situação" da Grécia (Só Num Ponto de Vista)

Caius Julius Caesar (100-44 AC)
Dizia o romano de nós, portugueses, o que sempre foi verdade na Grécia, berço da democracia.
Gente aguerrida, muito mais que os portugueses, que aceitaram durante anos tudo o que a "Europa" lhes dizia ser melhor para eles até ao momento que, não tendo mais para dar ou do que abdicar, decidiram voltar à democracia. Áquela que diz que o povo é quem mais ordena (espera, isso não era português?!).
Talvez o povo grego não soubesse verdadeiramente ao que estavam a dizer não, mas sabem é que como estão, não aguentam ficar mais desesperados porque alguém lhe disse que devem ficar.
Tsipras
Não há como pagar contas quando não se tem dinheiro. E a Grécia não tem dinheiro. Não tem dinheiro nem indústria geradora de dinheiro. O turismo paga algumas contas mas dificilmente mantém um país a funcionar. Mantém à tona talvez, mas mais cedo, ou mais tarde, o barco iria afundar, já que pouco mais tem que mantenha a economia nacional. Umas azeitonas, uns queijos, pouco mais.

É melhor sofrer o pior agora do que viver no eterno medo dele.
Júlio César

A verdade é que a "Europa" também não tem muitas opções em relação à Grécia. Deixá-la sair é um processo complicado e que abre precedentes perigosos. O endividamento é de tal maneira dramático que não permite à Grécia fazer grandes pedidos, pois não tem meios atuais e futuros de assegurar pagamentos. 
E talvez não seja justo, com a situação de Portugal e da Irlanda, mas sempre achei que não devemos comparar-nos aos outros para resolvermos os nossos assuntos. 
Pelo menos, Tsipras teve uma posição verdadeiramente democrática. Seriam aqueles que vão pagar, na pele, a decidir se estariam dispostos a aceitar condições que afundariam ainda mais o país no abismo.
A dignidade humana foi hipotecada mas desta vez parece ter alguém a lutar por resgatá-la.

E ainda havia tanto por dizer...
(que isto é só uma parte da minha opinião)

08 julho, 2015

20 março, 2015

Cereais para Gulosos que se Querem Manter Em Forma

Mais uma vez a experimentar comidinha nova!

MUITAS COISAS BOAS
Com vitaminas, minerais e nutrientes importantes, os cereais integrais ajudam a garantir o teu bem-estar diário. A fibra presente nos cereais integrais é essencial para uma digestão saudável, ajudando a manter-te “regular” (ao contrário das inúmeras vezes em que tens uma sensação de inchaço, algo que sabemos que não é nada divertido) e o chocolate dá-te o elemento guloso que te deixa deliciada.
Os cereais integrais fazem parte de uma alimentação equilibrada que combinada com atividade fisica regular ajudam a alcançar um estilo de vida saudável. Estão preparados?

Eu já comecei a ir regularmente à hidroginástica, a única actividade desportiva que posso praticar neste momento, e sinto a diferença no meu corpo e no nível de energia.

Agora vou atacar a flacidez da barriguinha com estas dicas da Nestlé

10 outubro, 2014

Love is Love is Love

Não importa quem dá amor, se és pai, mãe, irmão, um pai e uma mãe, dois pais, duas mães, um pai sozinho, uma mãe sozinha, uma avó... O que importa é amar incondicionalmente e apoiar a criança em todo o seu desenvolvimento, nas alegrias, nas tristezas, nas dúvidas existências
Dar o teu melhor é o melhor que podes fazer para ter uma criança que se transforma num adulto confiante e feliz. E amar. Incondicionalmente. Amar de todo o coração.

 Este é um anúncio a um cereal de pequeno almoço. Talvez dos anúncios mais bonitos que vi...

07 outubro, 2014

O Poder de Decisão [texto longo]

 
Angelina Jolie - “A minha mãe lutou contra o cancro (de mama) durante quase uma década e morreu com 56 anos. Viveu o suficiente para conhecer o seu primeiro neto e para o segurar nos seus braços. Mas os meus outros filhos nunca tiveram a hipótese de a conhecer e de saber o quão amável e ternurenta ela era.

“Falamos muitas vezes sobre a ‘mamã da mamã’ e tenho sempre dificuldade em lhes explicar a doença que a roubou à sua família. Perguntaram-me se o mesmo me poderia acontecer a mim. Respondi-lhes sempre que não se preocupassem, mas a verdade é que tenho em mim um gene, BRCA1, que aumenta consideravelmente o meu risco de desenvolver cancro de mama e de ovário.

[Apenas uma percentagem dos cancros de mama resultam de um gene hereditário. As mulheres que possuem o gene BRCA1 têm, em média, 65 por cento de risco de o contrair.]
“Os meus médicos estimam que eu tenha 87 por cento de risco de sofrer de cancro de mama e 50 por cento de risco de cancro de ovário, embora o risco seja diferente para cada mulher.
“Quando tomei conhecimento de que esta era a minha realidade, decidi ser proactiva e minimizar o risco o máximo que conseguisse. Tomei a decisão de fazer uma dupla mastectomia preventiva. Comecei pelo peito, uma vez que o risco de cancro de mama é maior do que o de ovário, e a cirurgia é também mais complexa.
“Cancro ainda é uma palavra que produz muito medo no coração das pessoas e que nos transmite uma enorme sensação de impotência. Hoje em dia é possível, através de um teste sanguíneo, saber quais são as suas hipóteses de vir a sofrer de cancro de mama ou de ovário e tomar medidas preventivas.
“O meu processo começou com um procedimento que exclui a hipótese de doença nos ductos mamários por detrás do mamilo com uma irrigação sanguínea extra dessa zona. É um procedimento que causa alguma dor e muitos hematomas mas que aumenta consideravelmente a hipótese de salvar o mamilo.
“Duas semanas mais tarde fiz a cirurgia que envolveu a remoção do tecido mamário e a colocação de implantes temporários no seu lugar. A operação pode demorar cerca de oito horas. Acordamos com tubos e drenos nas mamas. Parece que estamos numa cena de um filme de ficção científica. Mas alguns dias após a cirurgia podemos voltar à nossa vida normal.
“Nove semanas mais tarde, completei o processo cirúrgico com a reconstrução total da mama, através da colocação de implantes.

“Quis escrever este texto para explicar a todas as mulheres que a decisão de me submeter a uma dupla mastectomia não foi fácil. Mas é uma decisão com a qual estou muito feliz. As minhas hipóteses de vir a desenvolver cancro de mama baixaram de 87 para 5 por cento. Já posso dizer aos meus filhos que não precisam de ter medo de perder para o cancro de mama.

“Naturalmente que nunca os deixei ver nada que os pudesse deixar desconfortáveis ou perturbados. No máximo podem ver algumas pequenas cicatrizes e nada mais. Em tudo o resto sou apenas a mamã, como sempre fui. E sabem que eu os amo mais do que tudo e que tudo farei para estar junto deles o máximo de tempo que me seja possível. Como nota pessoal, posso garantir que não me sinto menos mulher agora do que antes. Sinto-me mais fortalecida por ter tomado uma decisão importante que em nada diminuiu a minha feminilidade.
“Para as mulheres que lerem este texto, espero que ajude o facto de saberem que podem fazer as vossas escolhas. Gostava de encorajar todas as mulheres, especialmente as que têm antecedentes de cancro de mama ou de ovário nas suas famílias, a procurarem ajuda médica e informação que vos possam guiar neste aspeto da vossa vida e informar-vos sobre as vossas opções.
“(…) Escolhi divulgar a minha história porque sei que existem muitas mulheres que não sabem que vivem sob a ameaça e a sombra do cancro. A minha esperança é que todas elas tenham a possibilidade de fazer o teste genético e que no caso de risco elevado de cancro saibam quais são as suas opções.
“A vida apresenta-nos muitos desafios. Os que não nos devem assustar são aqueles que podemos assumir e controlar”.


O poder de tomarmos as decisões na nossa vida é algo de poderoso. O poder de decidir mudar a nossa vida está também presente na decisão de mudar a nossa morte. Não será fácil concerteza viver sobre a dúvida de poder morrer nova, de doença prolongada, fazendo sofrer a nós próprios e a nossa família.
Esta é uma história inspiradora, neste caso de uma figura pública, mas existem tantas...

Há cerca de um ano, deu entrada no hospital uma jovem de 29 anos, grávida, com uma incapacidade de mobilidade sem razão aparente. No início da gravidez, apesar de umas dores nas costas, não havia sinais de nada fora de normal. Um dia, essas dores atacaram de uma maneira que ela não se conseguia mexer. depois apanharam-lhe a perna e não conseguia andar. Quando foi ao hospital, foi internada e, quando foi avaliada, descobriram um nódulo mamário. Com mais estudo descobriram que era cancro e, pior que isso, tão avançado que estava espalhado pelos ossos. Daí não conseguir andar.
Esta era uma jovem com uma história de vida difícil, abandonada pelos pais, com uma história de uma relação abusiva enquanto adolescente, que finalmente tinha encontrado um parceiro, companheiro e amoroso, com o qual decidiu iniciar uma família.
A gravidez ainda estava relativamente no início. O cancro da mama vive das hormonas, coisa que na gravidez está multiplicada e é pouco aconselhada uma gravidez nesta situação. Ela, com o seu companheiro, mediante o cenário da doença, decidiu avançar com a gravidez. Ficou no hospital, fez uma quimioterapia "leve" para aliviar as dores e controlar a doença. Às 36 semanas a criança nasceu. E durante quase um ano conheceu a sua mãe.

Talvez das histórias que mais me marcou nestes anos em que trabalho com estes doentes, porque a rapariga tinha o meu nome e uma idade perto da minha, e nunca a conheci. Nunca veio à consulta. Só ouvi a história, a discussão do caso nas reuniões. Mas marcou toda a minha vivência a partir dessa data.
Aprendi que nunca podemos dizer o que faremos a não ser que passemos pela situação. E que as decisões que tomamos têm o poder de mudar a nossa vida e de todas as pessoas que partilham da nossa vida. Mas que podemos tomá-las mesmo assim.

27 junho, 2014

Faltou Um Bocadinho Assim...

Acreditei até ao fim! Fim, fim, não que a 2ª parte deixou algo a desejar. Mas acreditei, como acredito sempre. Porque se os pastorinhos viram a Nossa Sra.de Fátima em cima de uma árvore também era possível nós passarmos por um buraco de uma agulha.
Portugal não é só futebol. Mas tem bom futebol, que traz alegria num tempo de desgraças. Esta foi uma tristeza anunciada. Daqui a 2 anos há mais oportunidades a não perder.

30 maio, 2014

Que Nojo! Que Pena!

Como é possível isto acontecer a alguém? Como é possível acontecer a uma criança? Como é possível ninguém fazer nada? Como é possível que ninguém admita a culpa de cruzar os braços e não avisar os pais? Quando acaba esta cultura do "Não fui eu!"? Como é possível que uma criança seja obrigada a viver dia-a-dia com os seus agressores e não haja nenhuma opção para apresentar a uma família desesperada para dar a sua filha um futuro, uma esperança de felicidade. Porque a Carolina pode nunca esquecer, mas se lhe derem o apoio e a oportunidade, sobreviver a este horror.
Como mãe, isto é um pesadelo. Como pessoa, uma tristeza  e um nojo pelos agressores e por todos aqueles que optaram por fechar os olhos e fingir que a responsabilidade é de todos os outros.

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