12 dezembro, 2013

Uma Vida de Ses

A idade traz sabedoria, dizem. Alguma razão terão, para alguns pelo menos. Eu tenho aprendido muito...
Tenho aprendido que não devemos mudar quem somos pelos defeitos dos outros. Mas devemos aprender a não esquecer o que aprendemos.

S.H.I.T. F.I.T.

11 dezembro, 2013

Quando Uma Palavra Muda O Teu Dia

Ontem esteve uma amiga da Pipoca a brincar lá em casa e cravou o jantar. Disse-me que o jantar - uma massa com salmão, bacon, ovo cozido e camarões com molho de natas, perfeitamente habitual lá em casa - estava "muita bom".
A Pipoca resspondeu logo - "Ahn, e logo da primeira vez que vens cá jantar é uma comida que gostas e que está muito boa, que sorte!"
O T. chegou a casa estava eu com os putos na cama, adormecida, depois de os ter adormecido. Disse-lhe que o jantar estava no fogão e depois de comer, veio dizer-me que o jantar estava um espectáculo.
Já tinha ganho o dia!

Inspiração #74 - White On White

Visto em Wildfox

Dia-A-Dia, Uma Luta Constante...

O Puto é um puto fixe. Muito fixe até. Mas é torto. Torto e birrento. Irritantemente birrento.
Ontem deitou-se com uma grande birra. E, ao contrário da maioria das vezes, levantou-se ainda mais birrento. Com uma birra daquelas que nem conseguimos falar com ele. Ele chora aos gritos. Às 7 da manhã, depois de uma noite na minha cama a dar-me pontapés e a fazer birra, ele acorda, sorri para mim e começa a grunhir. Rio-me, brinco com ele, ele ri-se, e grunhe. Diz-me que quer ir para a sala, a choramingar. Eu preparo-o para ir para a sala fria e ele continua a choramingar. Sento-o, ligo a tv para ele ver os seus desenhos preferidos, e ele começa a chorar. A chorar aos berros. Tento falar com ele e continua a berrar. Tento argumentar, brincar, ser compreensiva, mas tenho um problema. Tenho pouca paciência para birras. Pouca paciência e acho que as birras não devem ser alimentadas com atenção. Vou para a cozinha preparar as marmitas do dia e ele vem atrás de mim. Aos berros. Agarra-se às minhas pernas para que lhe pegue ao colo. Aos berros. Passado 20m continua, enquanto eu acabo os preparativos do pequeno-almoço. Recusa-se a beber o leite que me pediu. Aos berros. Vou sentá-lo novamente na sala e vou-me despachar.
E ele lá fica distraído. De 15 em 20m lembra-se da birra e chora. O pai tenta amenizar a situação e ele continua a chorar e aumenta o tom.
Eu saio de casa e ainda se ouve o choro dele.
Como é que uma mãe consegue funcionar bem depois disto?

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