08 julho, 2015
Eu Também Comento Esta Coisa do Jesus
"Não me senti querido... "
Sê Homem.
Tomei uma decisão pessoal porque queria treinar o Sporting e o dinheiro também não era nada mau...
07 julho, 2015
06 julho, 2015
05 julho, 2015
Fake Till You Make It
Sempre disse à minha filha: faz como eu, quando achas que não consegues, finge que sim, quando estás nervosa, finge que não. Passa o momento e depois podes deixar de acreditar mas, pelo menos, conseguiste fazer o que te propuseste.
Quando o disse pela primeira vez, e tive que explicar à Pipoca o que queria dizer com isto, é que percebi que o fazia em todas as situações que me obrigavam a sair da minha área de conforto e que sempre fiz isso, desde pequena, para ultrapassar as minhas inseguranças e não deixar perceber os meus
medos: fingia que não tinha vergonha, que não estava nervosa, que estava à vontade, mesmo quando essa não era a minha natureza.
Isso fez de mim quem sou hoje, uma mulher confiante nas suas capacidades, mas também, analisando bem a coisa, a verdade é que continuo a fazer isso. Continuo a fingir que estou à vontade em situações que não estou ou conseguir fazer coisas que nunca faria, porque no momento, finjo que consigo. Depois stresso, agonizo e tudo o que advém de um sentimento que não é o natural. Mas é verdade que se sou a pessoa confiante que sou hoje devo-o à quantidade que vezes que finji que o era sem o ser. E fingi até que o meu cérebro acreditou nisso. E se tornou natural em mim pensar que o era. Complicado? Nada disso.
Foi engraçado que ao comentar que o fazia pela primeira vez, me disseram que tinham ouvido falar disto numa TED Talk. Por uma cientista.
E aquilo que eu pensava que era uma sobreanálise minha sobre as minhas acções, numa autorização para reconhecer em mim as minhas "falhas", afinal é algo real, algo estudado, e algo comprovado.
Continuo com as minhas dúvidas existenciais, como qualquer um, a diferença é que, agora, sei que não sou a única a fingir. De modo positivo.
03 julho, 2015
01 julho, 2015
Mom Bod
Em 30 dias, o objectivo é começar a tonificar a barriga de mãe com pranchas. A começar com 20 segundos, o objectivo é ir aumentando todos os dias mais um bocadinho, conforme indicado no plano (30 dias no facebook).
No primeiro dia só a minha barriga aguentou 10 dez segundos o peso do meu rabo.
Ainda por cima, a seguir a ter feito uma sessão de ginástica passiva, esses segundos pareceram uma tortura...
Mas era daquela dor boa (pareço uma maluquinha do fitness) e por isso no segundo dia insisti. E quando não consegui ultrapassar os 15 segundos, fiz uma segunda prancha de 15 segundos. E insisto assim. Sempre que não consigo fazer o tempo indicado, faço 2 pranchas do tempo que consigo, com pouco tempo de intervalo e insisto até os braços e as pernas tremerem e não aguentar o peso do rabo. Continua a doer, mas uma dor que mostra que está a funcionar!
Agora estou na fase ascendente. A minha última prancha aguentou 60 segundos. E vou continuar até dia 22 para atingir os 30 dias, com o tempo indicado, espero eu.
E depois acho que vou continuar... Posso perder 5 minutos por dia a fazer uma prancha, no dia em que conseguir fazer uma prancha de 5m!
A Compensar Desde 2010
Numa semana fui três vezes à feira do livro. E ainda tenho mais uma agendada.
Tem sido o ponto alto da semana para os miúdos. Sentam-se na banca a brincar aos vendedores de verdade e vendem. Aos pais. Mas vendem.
E sentem-se felizes por ir para o "trabalho" e vender.
Mesmo que seja aos pais.
Aqui Há Para Todos os Gostos
Agora que já passaram uns dias e já consigo contar isto de forma "equilibrada", vejo o fim de semana escanifobético que tive...
Depois de ter ido, com a Pipoca, buscar o T. ao aeroporto às 5h30 da manhã, voltamos para casa para dormir mais um bocadinho. Tinha compromissos já agendados, perfeitamente explicados pela foto acima, e por isso saí de casa às 10h30. Aproveitei, fui à praça à fruta e vinha muito lampeira para casa quando:
Fui albarroada por um carro de lado, na minha (salvo seja) traseira. Na verdade no carro do T. De tal maneira que, para evitar bater no carro que vinha de frente, guinei para a esquerda no sentido do estacionamento do supermercado e, após voar por cima de um passeio/separador, consegui parar antes de me enfiar a direito na traseira de um carro estacionado (a milímetros!)
Nem queria acreditar que a mulher não tinha parado no stop! Mas acima de tudo não queria acreditar no que tinha acontecido!
Tão perto de casa (logo a seguir ao supermercado) ainda por cima! Liguei ao T. e pedi-lhe para ir ter comigo. Nem percebeu bem o que aconteceu...
Entretanto, as pessoas chegavam-se ao carro para me perguntar se estava bem e queria água.
(Água? Para que diabos quero água nesta altura?) Só preciso de me acalmar. Até a culpada do acidente foi lá pedir desculpa e oferecer-se para me comprar uma garrafa de água... (Água?! Mas qual é a desta gente com a água?!)
E então vi o carro.
A traseira estava ligeiramente amachucada mas a frente estava... bem... maltratada! Rebentei com os dois pneus da frente, as jantes e eventualmente a suspensão do lado esquerdo (o primeiro a ter contacto com o 1º passeio). A sra. que me bateu declarou-se logo culpada e foi feita a declaração amigável. Menos mal. Espero que corra tudo bem com o seguro...
Mas o Tiago só me perguntava como é que eu tinha ido parar ali. Um estás bem? Não, para quê!
- Como é que vieste parar aqui?
- Sei lá como é que vim parar aqui! O importante é que não bati em ninguém!
- Mas como é que vieste parar aqui?
- Sei lá! Fugi para não bater em ninguém!
- Na verdade mataste aquela palmeira bebé, mas pronto, podia ter sido pior...
Fofinho! Tantas palavras de apoio que partilhou com a sra. que me bateu... Comigo? Não é necessário. Eu sou rija. Nem me tinha magoado!
A Pipoca, que estava muito espantada por eu estar "no supermercado" e que não fala com estranhos, descobriu a fruta no banco da frente e oferecia fruta a uns amigos que tinham passado por ali e me viram envolvida no acidente.Que dia emocionante!
Surreal!
Ainda agora, o T. entra no quarto tipo a cavalgar o carro pelas
montanhas de passeio que galguei no acidente. Com o cabelo a voar. Tipo filme. E ri-se. Aparentemente
achou muita graça... Hmmff!
E depois o fim de semana seguiu como se nada se tivesse passado...
Só que o meu iPhone passou-se e está em processo de despedida.
Só que recebi a notícia do falecimento de um familiar velhinho.
Só que passei o domingo todo na tábua de passar a ferro.
E pronto. Ohmmmmmmmm.
29 junho, 2015
27 junho, 2015
26 junho, 2015
Making friends in your thirties
Nunca fui muito boa a fazer amigos . Entre o ser tímida, nariz no ar, armada em enciclopédia, sempre fiz poucos mas bons. Não sei muito bem porquê quando era criança, mas sei a pessoa que sou agora e que era na minha adolescência, e nessa altura, não era a pessoa mais acessível do mundo.
Este ar de confiança em mim própria afastava as raparigas - Convencida! Armada em boa! - e o poder de argumentação os rapazes (que também só estavam interessados nas minhas ma... curvas generosas).
Hoje em dia continuo com poucas amigas mas boas.
Mas sinto que se tornou muito difícil fazer novas amigas. Que as pessoas são muito desconfiadas, esperam o pior das outras, e não valorizam a verdade. Não valorizam quem fala a verdade, sem floreios, sem fingimentos, quem sabe separar as relações de trabalho e as amizades, o ser colega e cordial e o ser inimiga.
Agora parece que até custa dizer que somos amigas (quando é uma nova amizade). As pessoas parecem ter medo de admitir que aquela colega passou a ser uma amiga no momento em que partilhámos uma lágrima na sua frente e partilhámos uma situação particular.
As pessoas têm medo de ser amigas. Têm medo do que os outros acham. Têm medo que a amizade seja uma fraqueza.
Neste momento sinto que tenho mais 1 amiga. Acho que ela também sente o mesmo. Será verdade?*
(tipo diário adolescente)
Mas pelos vistos não sou só eu...
Why Is It Hard to Make Friends Over 30?
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